E tu... quem és?
Será que de fato sabes quem és tu?
Diga-me, carambolas.
Quem és tu?
Sem culpas, sem pudores, sem rumores ou odores.
Quem és tu?
Tu és feliz ?
Ou infeliz?
Um sujeito ou uma sujeita?
O que queres da vida?
O que sabe dela?
Quem é você?
Pra determinar como deve ser?
Afinal, quem és tu?
Eu não sei..
Neste mundo alucinado
Somos apenas mais um
Sujeito(a) comum
Estereotipado
Por esse sistema
Que se passa a tua volta
Ditando as regras
E determinando
Como deve ser tu...
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
E tu... quem és?
Amor falso
E uma mulher
Amavam-se incondicionalmente
Ou diziam que se adoravam
Até que um dia...
A traição corrompeu um dos dois
O que era amor
Virou falsidade
Falsidade. A melhor definição desse amor, fora resumido por eles.
Calunioso, inventivo. Alimenta-se expectativas, mas no fim, só decepção, desapontamento, desengano, desilusão...
Quem dera, esse pobre e humilde servo, diz ele...
Pudesse encontrar um amor verdadeiro. Aquele que algum dia, quando ele estivesse terrivelmente abatido e perdido, encontraria alegria com o encantador e caloroso sorriso de sua bela...
Somente esse sorriso, esse olhar, esse beijo, essa ternura, este encanto...
Faria-o feliz
Um dia, sonhastes com ela
E pensou:
Encantadora... Nunca, jamais mude.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
José
E agora, José?
você que é sem nome,
Está sem mulher,
E agora, José?
Com a chave na mão
Se você gritasse,
Sozinho no escuro
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Inteligêनकिया humana
A habilidade básica da inteligência humana é saber distinguir o essencial do casual, o importante do irrelevante.
Essa distinção incide numa feliz adequação entre o foco daquilo que você almeja e a estrutura do elemento estimado, seja esse elemento um acontecimento, um indivíduo, uma dificuldade, um protesto ou uma circunstância de fatos। A pessoa inteligente vai direto ao nexo central, ao seu objetivo। Ela oferece por si só à sua visão, enquanto o idiota ou negligente fica saltando inutilmente de um ângulo a outro। Essa pessoa fútil se apega ferozmente a certas probabilidades costumadas, desfigurando o objeto para que se acomode a seus hábitos intelectuais e crendo alcançar uma essência quando não apreende senão uma fantasia autoprojetiva.
Essa pessoa não tem o mínimo de discernimento do essencial. A inteligência humana para ele não é propriamente inteligência, mas sim um preceito de reações contraídas não muito desigual da de um pato, galo ou peru. Ou seja, esse indivíduo(a) é um tolo, hipócrita, estúpido, fútil...
Dedica-se em alimentar o pensamento com idéias úteis, e não com episódios fúteis. Agregue valor à sua vida.
