A habilidade básica da inteligência humana é saber distinguir o essencial do casual, o importante do irrelevante.
Essa distinção incide numa feliz adequação entre o foco daquilo que você almeja e a estrutura do elemento estimado, seja esse elemento um acontecimento, um indivíduo, uma dificuldade, um protesto ou uma circunstância de fatos। A pessoa inteligente vai direto ao nexo central, ao seu objetivo। Ela oferece por si só à sua visão, enquanto o idiota ou negligente fica saltando inutilmente de um ângulo a outro। Essa pessoa fútil se apega ferozmente a certas probabilidades costumadas, desfigurando o objeto para que se acomode a seus hábitos intelectuais e crendo alcançar uma essência quando não apreende senão uma fantasia autoprojetiva.
Essa pessoa não tem o mínimo de discernimento do essencial. A inteligência humana para ele não é propriamente inteligência, mas sim um preceito de reações contraídas não muito desigual da de um pato, galo ou peru. Ou seja, esse indivíduo(a) é um tolo, hipócrita, estúpido, fútil...
Dedica-se em alimentar o pensamento com idéias úteis, e não com episódios fúteis. Agregue valor à sua vida.

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